Affrontements à Guayaquil et Quito – octobre 2010

Assustados, brasileiros deixam cidade equatoriana após distúrbios

G1.globo.com

03/10/2010

Dois participantes de congresso médico sofreram sequestro-relâmpago.
Guayaquil foi palco de saques durante rebelião policial da quinta (30).

Maior e uma das mais violentas cidades equatorianas, Guayaquil, a 1.092 quilômetros da capital Quito, foi palco de algumas das piores cenas da rebelião policial que levou o país a decretar estado de exceção na última quinta-feira (30), com saques, assaltos e bombas de gás lacrimogêneo nas ruas. E um grupo de cerca de 50 brasileiros viu de perto o caos instalado.

“A situação aqui ficou extremamente violenta, três pessoas foram assaltadas, uma delas num seqüestro-relâmpago. Muitas já foram embora”, contou ao G1 Eduardo Carreiro, de 34 anos, gerente nacional de vendas de uma empresa que participa do Congresso Panamericano de Gastroenterologia, cuja programação se estende até a quarta-feira (6).

Segundo os participantes do evento, dois brasileiros sofreram a maior ameaça: rendidos na porta de um restaurante, ficaram duas horas em poder de bandidos, que os obrigaram a sacar dinheiro de caixas eletrônicos e foram abandonados com US$ 3 dados pelos assaltantes para que tomassem um táxi. Em outro caso, um médico brasileiro estava num táxi que foi alvo de pedradas, mas não sofreu ferimentos.

Assustados, muitos anteciparam a volta para o Brasil.

“Na quinta, depois da programação, voltamos para o hotel em ônibus escoltados. Ontem [sexta], meio dia, o congresso foi suspenso”, conta Carreiro. “Só foi retomado depois que a organização contratou mais seguranças privados para ficar na porta e dentro do Centro de Convenções Simon Bolívar.”

De acordo com o gerente nacional de vendas Eduardo Miranda, também no evento, todos foram orientados a não deixar o hotel na noite de quinta. “Ficamos acompanhando a situação pela TV e quando vimos que os aeroportos estavam fechados e que tinham seqüestrado o presidente, ficamos preocupados com o que poderia acontecer”, conta.

Na sexta, segundo Miranda, dez integrantes do grupo brasileiro se reuniram e chegaram a contatar o consulado do país para pedir ajuda para deixar o Equador. “Tive caso de amigos que estavam em conexão na Bolívia para vir para o evento e acabaram regressando. À noite, parecia que estávamos sob toque de recolher, não passava um carro na rua”, conta.

Para o brasileiro, foi a ausência de policiais na rua que provocou toda a instabilidade. “Os policiais não estavam nas ruas, e os maus elementos se aproveitaram. »

Policial rebelado enfrenta simpatizantes do presidente Rafael Correa em 30 de setembro em Guayaquil (Foto: AFP)

Ecuador riots: FCO advises travellers to stay indoors

dailymail.co.uk

1st October 2010

British travellers have been warned to stay indoors in Ecuador’s major cities after the country’s president had to be rescued from violent protesters.

A nationwide state of emergency has been declared after an uprising by police officers over pay turned violent leaving 37 people wounded and two dead.

President Rafael Correa had to be rescued by the army after 12 hours under siege in a hospital in the capital Quito and has declared the action by protesters an ‘attempted coup’.

Clashes: Supporters of President Correa and protesters have clashed in Quito

The leader had been taken to the hospital after tear gas was thrown at him by angry police, but was then forced to remain in the building as violence erupted outside with officers claiming they wanted to kill Correa.

Protesters set up road blocks, seized Quito’s international airport and stormed Congress, leading to the British Foreign and Commonwealth Office to issue emergency advice to travellers.

Looting was also reported in major cities as businesses and schools closed early to avoid the violence.

Anyone travelling to Ecuador is advised to contact their airline to see if flights are going ahead and those already in the country are warned to stay inside to avoid the violent street clashes.

Those with plans to travel by land between Ecuador and its neighbours could also run into trouble after Peru and Colombia both closed their borders with the protest-hit nation.

Defiant: President Correa dared rioters to kill him in a public address after he was rescued by the army

British tour operators have confirmed they are liaising with anyone currently in Ecuador and those who have trips booked in the near future.

Journey Latin America spokesperson Laura Rendell-Dunn said: ‘We are in touch with all of our passengers and none of them have been hurt in the protests.

‘We are constantly monitoring the situation and we are doing all possible to facilitate communications between those passengers and their relatives here in the UK.

‘We will also do everything possible to rearrange the clients‘ itineraries who are due to fly out on Monday – should the situation remain the same.’

The mayor of Quito, Augusto Barrera, has reportedly declared the city’s international airport open again, but current FCO advice for travellers to check with their airlines and travel agents still stands.

Worried tourists should also keep abreast of the latest advice through the FCO website.

The site currently states: ‘British nationals are advised to remain indoors, either at home or in their current location, if safe to do so.’

~ par Alain Bertho sur 3 octobre 2010.

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